Eu Te Amo Porra – Capítulo 33
Raphael Narrando
Eu estava muito feliz pelo sucesso e pela vitória do Hugo e nós tivemos que esperar bastante tempo,até que ele terminasse de dar todas as entrevistas e de tirar fotos com todo mundo.
Depois disso nós fomos comemorar em um bar que tinha ali perto e ficamos comemorando até ás 3 da manhã.Nós tinhamos chamado 3 ubers diferentes para levar todos pra casa e ao sairmos do bar e irmos para a calçada nós fomos surpreendidos por um cara que estacionou uma moto bem na nossa frente,ele estava de capacete e do nada com todos distraídos ele tirou uma arma e disparou três tiros no Hugo,parecia que tudo estava acontecendo em câmera lenta,o Hugo recebemdo os disparos e caindo no chão,dois tiros pegaram no peito dele e um na barriga.
Eu – Nãaaooo !!!
Todos nós ficamos atônitos com aquilo que tinha acabado de acontecer,então o sujeito acelerou a moto e o Marck que era o que estava mais sóbrio de nós todos invadiu um dos ubers e começou a seguir a moto.
Autor Narrando
Ao ver o atirador acelerando com a moto,Marck seguiu o seu impulso e invadiu um dos ubers e começou a seguir a moto.
Ao ver que estava sendo perseguido o motoqueiro acelerou e Marck acelerou novamente e começou uma perseguição pelas ruas do Rio De Janeiro.
Eles já estavam se distanciando do bairro onde o crime aconteceu,apesar da moto ser mais rápida o Marck não desistiu e eles acabaram entrando em uma estrada cheia de mato em volta.
Marck – Você não desiste desgraçado! Disse ele apertando o volante com força.
A moto começou a se distanciar e o Marck estava achando que não a alcansaria mais,até que a moto bateu em uma árvore e o motoqueiro caiu no cho o Marck saiu do carro rapidamente e correu até ele e ao ver que o sujeito estava caído no chão,Marck retirou o seu capacete e viu que o sujeito que atirou no Hugo devia ter uns 35 anos e parecia ser de origem árabe.
O Marck chamou a polícia e usou a sua técnica de lutador e deuum golpe no sujeito que o deixaria desarcodado por alguns minutos,até que a polícia chegasse.
Marck – Seu desgraçado,a vontade que eu tenho é de te matar aqui mesmo e te jogar nesse mato,mas você tem que ficar vivo…você tem que ficar bem vivinho pra dizer quem te pagou pra fazer isso.
Marck aproveitou e revistou o sujeito para ver se ele tinha algum celular ou alguma coisa que podia dar uma pista sobre quem foi o mandante daquele crime,mas infelizmente ele não conseguiu encontrar nada.
Raphael Narrando
Eu só conseguia gritar e chorar,enquanto o Hugo estava ali caído nos meus braços sangrando,o Guilherme já havia chamado a ambulância,mas cada segundo parecia demorar uma eternidade.
Eu – Meu Deus,por favor não deixa o Hugo morrer. Dizia eu chorando.
Todos ali estavam hororizados,eu nunca tinha testemunhado algo desse tipo na minha vida,enquanto eu gritava desesperado,a Eliza e o Guilherme tentavam me acalmar.
Guilherme – Calma Raphael,a gente precisa pensar positivo agora.
Eliza – A ambulância já tá chegando.
Ambulância e a polícia chegaram ao mesmo tempo,eles colocaram o Hugo em uma maca e colocaram ele dentro da ambulância,mas quando eu tentei entrar eles me barraram.
Médica – Você é parente dele?
Eu – Ele é meu namorado,por favor moça me deixa entrar. Disse eu em meio as lágrimas.
Eles deixaram eu entrar e aceleraram com a ambulância.
Eu ouvia a sirene tocando e via os médicos fazendo os primeiros socoros no Hugo e eu não conseguia parar de chorar e pedir a Deus para que ele salvasse o amor da minha vida.
Autor Narrando
Finalmente a polícia havia chegado na estrada onde o Marck estava com o criminoso,eles colocaram o sujeito dentro da viatura e o Marck ligou para o André.
Marck – Alô André.
André – Pelo amor de Deus Marck,aonde você tá? Perguntou ele desperado.
Marck – Eu consegui pegar o infeliz que atirou no Hugo,a polícia chegou agora e eu tô seguindo a viatura até a delegacia.
André – A ambulância já chegou e levou o Hugo e o Raphael foi junto para acompanhar ele e nós aqui já estamos a caminho do hospital.
Marck – Escuta,você pegou o número do motorista que me emprestou o carro?
André – Peguei sim…
Marck – Eu vou te passar uma mensagem com o endereço da delegacia e você passa o endereço pra ele para ele ir lá pegar o carro.
André – Tudo bem.
Raphael Narrando
Assim que chegamos no hospital o Hugo foi retirado as pressas da ambulância e foi levado para a sala de cirurgia e eu tive que ficar do lado de fora esperando e os meus amigos foram chegando aos poucos .
Alexandra – Pra onde levaram ele? Perguntou ela me abraçando.
Eu – Levaram ele pra sala de cirurgia,eles falaram que a gente tem que esperar o médico vir aqui falar com a gente.
Ricardo – Eu já liguei pros pais do Hugo eles estão vindo pra cá.
Já havia passado mais de 30 minutos e nada de recebermos alguma notícia.Os meus amigos e eu já estavamos aflitos e eu não tinha nem mais lágrimas para chorar.
Logo os meus sogros Roberto e Lúcia chegaram junto com o irmãozinho do Hugo,o Joaquim.
Lúcia – Meu Deus Raphael o que aconteceu o meu filho? Perguntou ela desesperada.
Eu – A gente tinha acabado de sair do bar e…um cara de capacete chegou atirando. Eu tive que interomper a minha fala,pois as lágrimas desciam pelos meus olhos e a minha voz ficava embargada.
Eu – Ele chegou atirando no Hugo,do nada e depois fugiu.
Roberto – Como assim ele atirou do nada? Tem certeza que não foi um assalto?
Eu – Não não foi.
Joaquim – O Hugo vai morrer pai? Perguntou ele chorando.
Roberto – Não,ele não vai morrer filho.
Lúcia – Alguém deu alguma informação pra vocês?
Ana – Ainda não,eles falaram que temos que esperar a cirurgia terminar.
1 hora já havia se passado e nada daquela cirurgia acabar.
Todos nós ainda estavamos esperando na recepção do hospital,quando o Marck chega acompanhado de dois policiais e um delegado e quando isso aconteceu já devia ser por volta das 5 da manhã.
Delegado – Bom dia a todos apesar das circunstâncias,eu sou o delegado Bruno e eu preciso que vocês testemunhem sobre o que aconteceu.
A equipe do hospital conseguii reservar uma sala para que o Delegado Bruno nos ouvisse e o primeiro a testemunhar fui eu.
Bruno – Então Raphael,pelo o que eu sei você e o Hugo tem uma espécie de caso.
Eu – Ele é o meu namorado.
Bruno – Entendo…e você conhece alguém que tenha motivos para querer matar o Hugo?
Eu – Não…mas…
Bruno – Mas…
Eu – Tem um amigo meu,ex amigo na verdade que colocou câmeras escondidas na casa de praia da família do Hugo e espalhou um vídeo íntimo nosso pra acabar com o nosso namoro.
Bruno – E porque ele teria interresse em acabar com o namoro de vocês?
Eu – Eu tenho quase certeza que o Heitor gostavade mim e além do mais ele e o Hugo são inimigos desde a infância.
Bruno – Você deu queixa sobre o que esse Heitor fez?
Eu – Nós não tinhamos provas o suficiente.
Ele me fez um monte de perguntas e depois que eu fui liberado ele falou com os meus amigos um a um.
Eu estava na recepção e o Marck estava sentado do meu lado.
Marck – Uma noite que era pra ser de festa de comemoração,terminou desse jeito.
Quando nós tivemos essa conversa,já era por volta das 8 da manhã e nós ainda não tinhamos notícias do Hugo,o que fazia com que eu só pensasse no pior.
Essa situação era triste e desgastante para todos nós,ainda mais para o Marck,pois várias emissoras de tv e sites estavam cobrindo o assunto e o Marck era o único que falava com a imprensa.
Eu – Você tinha conseguido pegar o cara que fez isso?
Marck – Sim,ele já tá preso,mas o sujeito não abre a boca por nada.
Eu – E essa droga de médico que não dá notícia ! Disse chorando.
Então o Marck me abraçou e disse.
Marck -Calma Raphael,você precisa ser forte.
Todos nós já estavamos agoniados de tanto esperar,até que o Dr Juliano que foi quem comandou a cirurgia do Hugo,veio até nós.
Lúcia – Então Doutor como o meu filho está?
Dr Juliano – Infelizmente eu não tenho boas notícias…
Roberto – O que houve?
Dr Juliano – O estado do paciente ainda é grave…
Alexandra – Fala logo homem!
Dr Juliano – A primeiro momento a cirurgia tunha sido um sucesso,mas o paciente teve duas crises de hemoragia ao longo da manhã,pois os tiros atingiram locais muito delicados.
Eu – Mas e ai ele tá bem?
Dr Juliano – Nós o deixamos em coma induzido,mas o paciente perdeu muito sangue e precisará de uma trasfusão,mas o tipo sanguíneo dele é raro e nós não temos no nosso banco.
O Doutor nos explicou tudo e infelizmente nenhum de nós tinha o tipo sanguíneo compatível com o do Hugo,até que o Jonas disse.
Jonas – O meu tipo sanguíneo é o mesmo que o dele,eu acho que eu posso doar.
Dr Juliano – Então eu peço que me acompanhe por favor.
Jonas Narrando
Enquanto aquela agulha retirava o meu sangue e transferia para aquele saco plástico eu pensava na minha vida e em como as coisas mudam,a pouco tempo atrás eu odiava o Hugo e o Raphael,mas o meu amor pela Alexandra me fez ver que nada daquilo valia a pena.
Na verdade eu sempre tive inveja do Raphael,pois até ele chegar eu era o caçulinha da família.A minha mãe idolatrava ele,porque o Raphael sempre foi a cópia fiel dela na aparência desde pequenl,era como ver uma versão masculina e jovem da dona Branca Martins,ao contrário de mim e do Sérgio que sempre fomos a cópia do nosso pai Adamastor.Por falar no meu pai e no Sérgio querendo ou não eles sempre deram mais atenção para o Raphael do que pra mim,não que eles não gostassem de mim,mas o Raphael sempre foi um garoto sensível e frágil ao contrário de mim que sempre me virei sozinho pra tudo e isso fazia com que eles me deixassem um pouco de lado.
Conforme nós fomos crescendo a coisa foi ficando ainda pior,pois o Rapha sempre foi o filho exemplar,aluno exemplar e por ai vai e eu sempre fui o filho problema que virava assunto nas rodas de fofoca da alta sociedade carioca da qual os meus pais pertencem,onde há apenas pessoas ricas e vazias.
Eu acabava descontando essa raiva na pessoa que menos merecia que era o próprio Raphael,ele sempre tentou se aproximar de mim,mas eu era imaturo demais naquela época e achava que essa tentativa de aproximação como uma tentativa do Raphael de dar uma de bom moço para os nossos pais e pro Sérgio.
Flash Back On
Eu tinha 12 anos de idade e o Raphael tinha 9 anos,eu estava treinando basquete na quadra da nossa casa,quando o Raphael chegou com um cupcake na mão.
Raphael – Eu fiz pra você irmãozinho. Disse ele sorrindo e com aquela voz fina irritante.
Nessa hora eu fui tomado por um ódio que eu nem sei de onde veio.Então eu peguei o cupcake fingi que ia comê-lo e o amassei com as duas mãos e joguei no chão,ao ver isso o Raphael começou a chorar.
Raphael – Porque você fez isso? Perguntou ele chorando.
Ao vê-lo chorar eu senti uma certa culpa,mas eu jamais daria o braço a torcer.
Raphael – Por que você fez isso? Porque você me odeia tanto? Perguntou ele chorando.
Eu – Para de chorar igual uma mulherzinha e vê se para de ficar fazendo essas receitas,esse negócio de ficar cozinhando é coisa de boiola!
Ele saiu da quadra correndo e entrou em casa e eu já sabia que ele ia dar queixa de mim pro Sérgio,pois era sempre isso que ele fazia quando eu brigava com ele.
Eu entrei dentro de casa e o Raphael estava deitado no colo do Sérgio chorando ( nessa época o Sérgio tinha 22 anos)
O Sérgio me obrigou a pedir desculpas para o Raphael o que me deixou com mais ódio ainda.
Sérgio – Pede desculpa pro seu irmão.
Eu – Eu não vou pedir desculpa pra esse viadinho!
Sérgio – Pede desculpa pro Raphael ! Ou você prefere que eu conte isso pro pai e pra mãe.
Eu acabei ficando sem saída e tive que pedir desculpa pra ele.
Eu – Desculpa aê boiola.
Sérgio – Pede direito!
Eu suspirei e disse.
Eu – Desculpa Raphael.
Então o Raphael sorriu e disse.
Raphael – Eu te desculpo sim irmãozinho. Disse ele me abraçando.
Eu – Me solta! Disse empurando ele e correndo pra subir as escadas.
Enquanto eu subia as escadas eu ouvi o Sérgio falando.
Sérgio – Não liga pro Jonas não,ele é um bobo que não sabe dar valor ao irmão que tem.
Desde que o Raphael era criança eu tinha certeza que ele era gay e no fundo os meus pais e o Sérgio sabiam também.
Ele sempre foi muito delicado e frágil desde moleque,sem falar que ele não gostava de fazer as coisas que os meninos gostam,enquanto eu fazia aula de futebol,judô,basquete e por ai vai o Rapha fazia balé,piano e aula de desenho.
Na adolescência ficou mais visível ainda as preferências dele,o corpo dele foi mudando,a voz engrossou um pouco,mas nunca chegou a ser uma voz grossa e firme de homem,ao invés de fina a voz dele tinha passado a ser uma voz suave,sem falar que ele fazia questão de exibir a bunda enorme dele em calças e bermudas apertadas e shorts curtos
Nesse época de adolescência,principalmente no ensino médio,foi quando as diferenças entre eu e o Raphael aumentaram mais ainda,pois enquanto ele era o aluno perfeito que só tirava 10 e falava inglês,francês e alemão eu era o aluno problema que repetiu de ano duas vezes e as comparações que os meus pais faziam entre eu e ele só faziam com que eu me sentisse um lixo.
Toda essa confusão na minha mente fez com que aos 17 anos eu me juntasse com a turma da fumaça que era formada por jovens da zona sul que viviam pelas praias e pelos parques municipais fumando maconha e ali eu encontrei o meu refúgio e é claro que eu fumei maconha igual a eles.
Os meus pais me forçaram a entrar na faculdade de direito,no começo eu fui obrigado mas acabei gostando do curso.
As minhas implicâncias com o Raphael diminuiram um pouco e com o tempo ele foi aprendendo a se defender sozinho.
No dia em que eu flagrei o meu irmão sendo enrabado pelo Hugo eu morri de ódio e fui contar para os nossos pais,eu queria que o Raphael sofresse pelo menos um pouco e sentisse o julgamento dos nossos pais na pele igual eu senti por anos,mas para a minha raiva eles aceitaram o relacionamento do Raphael com o Hugo com um rapidez imensa o que me deixou tão cego de ódio que eu quase estuprei o meu irmão.
Depois desse ataque de insanidade que eu tive eu decidi me refugiar na casa dos meus tios nos Estados Unidos e esses meses por lá me fizeram muito bem,eu conheci outras pessoas e voltei determinado a terminar a faculdade e a provar pra mim mesmo que eu não era um lixo ou um vagabundo.
Ao voltar para o Brasil eu decidi ficar uma semana rodando pelo Rio de Janeiro para conhecer lugares diferentes da minha cidade e foi em um desses passeios que eu conheci a Alexandra.
Eu sempre tive tesão por trans,mas eu sempre reprimi isso,mas ao ver aquela nega bundudo e dos cabelos cacheados de mini-saia eu não resisti e parei o carro para chama-lá.Eu estava tão nervoso que eu não falei nada no caminho até o motel e também não falei nada durante a nossa transa,que foi a melhor que eu já tive na vida.
Eu passei a procurar a Alexandra todos os dias e eu era o único cliente que ela beijava,eu desabafava muito com ela que em compensação me dava vários conselhos,nós estavamos tão envolvidos que nem percebemos,quando estavamos apaixonados.
Quando eu levei a Alexandra na minha casa para conhecer a minha família todos eles ficaram surpresos e a Dona Branca ficou uma fera,dava pra ver o ódio no olhar dela.
Em um belo dia quando eu estava sozinho em casa com a minha mãe ela disse.
Branca – Você ainda tá com a favelada?
Eu – De quem a senhora tá falando?
Branca – Da favelada oras,quem mais seria?
Eu – Essa favelada é a sua nora e é bom você deixar o preconceito de lado e passar a respeita-la.
Branca – Jonas eu não sou preconceituosa,eu sou realista,essa Alexandra não é do nosso meio.Veja o Sérgio ele tá casado com a Bárbara que é de uma família tradicional de empresários e o Raphael tá com o Hugo o herdeiro da maior construtora do Rio De Janeiro.Se você queria ficar com uma trans que ficasse com a Fernanda filha do nosso vizinho.
Eu – A senhora é inacreditável.
Branca – Essa menina quer o nosso dinheiro e se ela fosse mulher já estaria até grávida de você.
Mesmo com toda a pertubação da minha mãe eu e a Alexandra ficamos firmes e fortes e a amizade da Alexandra com o Rapha fez com que a minha relação com o meu irmão melhorasse.
Flash Back Off
Mesmo não sendo compatíveis com o Hugo o restante do pessoal decidiu doar sangue também.
Autor Narrando
Enquanto tomava café da manhã na sala do seu apartamento,Andressa assistia as notícias no jornal.
Com a gravidez de gêmeos o apetite dela aumentou bastante e ela engordou muito e aos 5 meses de gravidez a sua barriga já estava enorme,sem falar que faltavam apenas 2 meses para os dois meninos que ela estava esperando nascerem,já que o médico disse que por uma questão de segurança era melhor que as crianças nascessem de 7 meses.
Andressa se assustou ao ver a apresentadora falando sobre a tentativa de assassinato que o Hugo sofreu.
Renata – Meu Deua tentaram matar o Hugo!
Andressa – Heitor desgraçado!
Renata – O que você disse?
Andressa – Nada não mãe,eu vou dar uma saída agora.
Então Andressa chamou um uber e desceu as escadas do seu prédio.
Enquanto isso Heitor Brandão havia acabado de chegar de Nova York e estava na cozinha da sua casa bebendo uma água,quando a sua empregada lhe entrega uma carta e ao ler ele se assusta.
Heitor – Heitor Brandão o senhor está intimado a depor na delegacia do Catete amanhã as pela manhã. Mas que porra é essa?
Então a sua empregada foi aborda-lo de novo.
Ela – Tem visita para o senhor.
Foi nessa momento que a Andtessa entrou super nervosa na cozinha,enquanto os seguranças tentavam barra-la.
Andressa – Que história é essa de você ter tentado matar o Hugo!!
CONTINUA…